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terça-feira, 5 de julho de 2016

EMPIRE STATE YOUTH ORCHESTRA – CONCERTO NO TEATRO VIRGÍNIA

No dia 5 de julho, uma das principais orquestras juvenis norte-americanas, a aclamada Empire State Youth Orchestra de Nova Iorque e da zona oeste de Nova Inglaterra vai dar um concerto no Teatro Virgínia..
Sendo uma das mais importantes organizações musicais para a juventude nos Estados Unidos, a orquestra é dirigida pela maestrina e educadora Helen Cha-Pyo, oriunda de Seoul.  No intuito de impulsionar a atividade musical de jovens, a Orquestra Académica Médio-Tejo foi convidada para participar no concerto. Depois de um dia de trabalho num workshop a realizar-se nas instalações do Conservatório da Música do Choral Phydellius, e de convívio entre os jovens das duas orquestras, ambas as orquestras oferecerão ao público torrejano um programa diversificado.

O programa da OAMT, dirigido pelo maestro João Paulo Fernandes,  apresentará música de Georges Bizet e Aram Khachaturian.  Em contraste, o programa da Empire State Youth Orchestra incluirá Free Radicals, uma nova obra comissionada ao jovem compositor americano Clint Needham, tanto como obras bem conhecidas dos consagrados americanos Copland e Gershwin e o mexicano, Arturo Márquez, além de música dos compositores portugueses Luís de Freitas Branco e Joly Braga Santos. A  ESYO também  apresenta o seu programa aliciante em Coimbra, Porto e Lisboa.
O concerto, realizado em parceria com o Teatro Virgínia e o Município de Torres Novas,  terá início às 21h30 e os bilhetes poderão ser adquiridos na bilheteira (telefone 249 839309) ou através do site:  www.bilheteiraonline.pt.





quinta-feira, 23 de junho de 2016

Empire State Youth Orchestra com Orquestra Académica do Médio Tejo

O Teatro Virgínia em Torres Novas acolhe, no próximo dia 5 de julho, às 21h30, um concerto conjunto da Empire State Youth Orchestra com Orquestra Académica do Médio Tejo.

Todos os anos, mais de 300 jovens músicos talentosos, com idades compreendidas entre os 9 e 18 anos, atuam num ou mais dos vários conjuntos musicais da ESYO, numa diversidade de palcos que incluem Tanglewood e Carnegie Hall. Com o intuito de expor os seus músicos a um leque amplo de música, a programação da ESYO dá destaque tanto a obras-primas do repertório mundial como a obras de compositores ainda vivos.

O convívio musical entre os jovens da Orquestra Académica do Médio Tejo e os colegas americanos da Empire State Youth Orchestra, a realizar em Torres Novas, resultará num partilhado e aliciante programa sinfónico, oriundo dos continentes americano e europeu que se vai apresentar neste concerto.

A Orquestra Académica do Médio Tejo (OAMT) é um projeto sinfónico nascido em outubro de 2013 da vontade coletiva de três escolas de ensino artístico especializado de música - Conservatório de Música do Choral Phydellius (Torres Novas), Conservatório de Música Jaime Chavinha (Minde) e Escola de Música e Artes de Ourém.

A Empire State Youth Orchestra (ESYO), de Nova Iorque e da zona oeste da Nova Inglaterra, é uma das mais importantes organizações musicais para a juventude nos Estados Unidos. A orquestra é dirigida pela maestrina e educadora Helen Cha-Pyo, oriunda de Seoul. A missão da ESYO é desafiar e inspirar jovens que consigam excelência na música através de instrução intensiva e oportunidades de participar em atuações de alto nível.


quinta-feira, 16 de junho de 2016

Mundo Imaginário, o trabalho final do Atelier Teatral dos Miúdos, dia 2 de julho no Virgínia

No próximo dia 2 de julho, sábado, a partir das 21h30, o Atelier Teatral dos Miúdos estreia a peça «Mundo Imaginário», o trabalho final do grupo composto por 19 crianças entre os 6 e os 10 anos, após 9 meses de ensaios.

«Todos nos querem ver crescidos. Mas nós só queremos ser crianças, poder brincar, imaginar, sonhar. Desde cedo nos obrigam a ser como adultos. Mas os adultos são demasiado sérios e não sabem brincar. Só fazem guerras. As cidades têm prédios feios e a poluição mata as árvores e os animais. Nós ainda acreditamos que podemos ajudar o mundo. Por isso nunca poderemos deixar de ser crianças. Aqui sinto-me bem. Aqui posso ser eu próprio. Aqui posso rir, correr, chorar, gritar. Aqui sinto-mo livre. No teatro aprendo a ver e a escutar com atenção. E posso aprender com outras crianças como eu a aceitar-me como sou. E a aceitar as diferenças dos outros. Todos somos um. E isso torna-nos mais fortes. Ajuda-nos a vencer o medo. E a ter confiança. E a explodir de alegria. Porque ainda somos crianças. Fizemos uma grande caminhada para aqui chegar. Foram nove meses. O tempo que demoramos a nascer. Fizemos jogos. Inventámos histórias. Crescemos juntos. Descobrimos muito sobre nós. Chegámos ao fim. Mas o fim é o princípio. A aventura ainda agora começou.». Assim é a sinopse da peça, com encenação de Hugo Gama. Ator, encenador e professor de teatro, Hugo Gama é doutorando em Artes Performativas pela Universidade de Lisboa. Desenvolve pesquisas sobre o trabalho de ator a partir da metodologia em Máscara e das técnicas de Devisig e Improvisação. Encenou diversas peças desde 2009 e atualmente, para além de realizar oficinas de teatro comunitário, é encenador do ULTIMACTO – grupo da Faculdade de Psicologia da UL, orientando também pesquisas no campo da Improvisação na FCSH-UNL.

No seguimento da aposta na formação teatral, o Teatro Virgínia voltou a lançar sementes de interpretação e de criatividade, desta vez também junto dos mais novos. O Atelier Teatral dos Miúdos integra, a par do Grupo de Teatro Juvenil (dos 12 aos 18 anos) e do Teatro Maior de Idade (maiores de 50 anos) o projeto Teatro em Formação do Teatro Virgínia. Ao longo de quase um ano de trabalho e de ensaios estes grupos apresentam o resultado final desta experiência. O Grupo de Teatro Juvenil apresentou «Cenofobia» em abril passado, chegando agora a vez dos mais novos.

terça-feira, 19 de abril de 2016

Grupo de Teatro Juvenil do Virgínia estreia Cenofobia

Cenofobia é o nome do espetáculo que o Grupo de Teatro Juvenil do Virgínia vai apresentar esta semana e que é o resultado do trabalho desenvolvido desde outubro por este grupo de jovens, encenados por Rafaela Santos e Fernando Giestas da companhia de teatro Amarelo Silvestre. Na sexta-feira haverá duas sessões para escolas e no sábado, dia 23 de abril, a partir das 21h30, terá lugar a apresentação da peça para o público em geral.

Cenofobia é um espetáculo megalopsíquico - por - vir. O texto, escrito por André e. Teodósio, é um quebra-cabeças, não só porque proporciona a quebra efetiva de cabeças em palco, mas também porque continua a quebrar-nos a cabeça por dentro. Quem paga, para além da cabeça, é o corpo de quem diz e faz o texto em palco: os 19 jovens que constituem este grupo do Teatro Virgínia, sucedâneo do projeto Panos (promovido pela Culturgest) que, todos os anos desde 2008, tem levado a palco (a este palco) um grupo de jovens da região de Torres Novas.


O espetáculo, com duração aproximada de 60 minutos e destinado a maiores de 12 anos, conta com a interpretação e cocriação de Ana Raquel Rodrigues, António Lopes, António Liberato, Beatriz Girão, Carolina Cabaço, Carolina Correia, Cláudia Tomás, Daniel Teixeira, Filipa Lopes, Inês Mota, Inês Pereira, João Ribeiro, Margarida Coelho, Maria Inês Reis, Maria Luís Martins, Miguel Nunes, Pedro Reis, Sofia Narciso e Tomás Arreigota. Os bilhetes podem ser adquiridos na bilheteira do Teatro Virgínia (terça a sexta das 11h30 às 13ª30 e das 14h30 às 19h) e têm o custo de 2€ para escolas e de 5€ para público em geral.

Constituída em 2009, a companhia de teatro Amarelo Silvestre concretiza as suas atividades a partir de Canas de Senhorim. Teatro contemporâneo criado em contexto semi-urbano, atento ao mundo e à vida. Destaque para a dramaturgia em língua portuguesa e para o corpo coreográfico do actor em cena. Palavra e corpo: dois pilares do propósito artístico da Amarelo Silvestre. A direcção artística é assegurada por Fernando Giestas e Rafaela Santos.

quarta-feira, 13 de abril de 2016

Victor Hugo Pontes traz dois espetáculos ao Virgínia

Um espetáculo para crianças (Cair) e um espetáculo para adultos (Fall), duas propostas de Victor Hugo Pontes para ver no dia 16 de abril, sábado, no Teatro Virgínia.



Às 21h30, o coreógrafo apresenta Fall. Do que se fala neste espetáculo é do ato, deliberado ou não, de cair. Parte-se de um movimento, não de um conceito. Todos caímos, seja porque tropeçámos, porque nos empurraram, porque perdemos as forças ou a consciência, porque nos apaixonámos, porque caímos em tentação, porque praticámos o mal, porque morremos. «Fall» vive aqui, nesta interseção difusa entre o que nos faz cair e nos condena, e o que nos faz cair mas nos redime. Desde logo, porque todos «caímos de amor» tal como «caímos no chão», ou «caímos por terra» no fim da vida, da mesma maneira que as folhas das árvores «caem por terra» no outono, que em inglês se diz «Fall». Os bilhetes custam 7,5€ (com descontos aplicáveis).

De manhã, pelas 11 horas, a sessão de Cair destina-se a famílias e tem o custo de 3€. «Cair» é um novo projeto de dança de Victor Hugo Pontes, que surge em sequência do espetáculo «Fall», o qual trabalha a partir de quatro ideias fundamentais: quedar-se de amores; a queda bíblica; a aproximação, no outono, de um fim de ciclo na natureza; o movimento da queda física.

Em «Cair» são abordadas algumas destas questões, mas pensando-as e direcionando-as para o seu público-alvo: as crianças e os jovens. Enquanto crianças, começamos por rastejar, colados ao chão até conseguirmos levantar-nos e caminhar. Este processo de aprendizagem é uma autêntica lição de coragem, de perseverança, de procura por outra visão do mundo e da vida.

terça-feira, 5 de abril de 2016

Nevoeiro Adentro, com encenação de John Mowat, sábado no Teatro Virgínia


No próximo sábado, dia 9 de abril, às 21h30, estará em cena no Teatro Virgínia a peça Nevoeiro Adentro, com encenação de John Mowat, apresentada pela companhia Plot Teatro e interpretada por Miguel Antunes, Paulo Duarte Ribeiro e Sónia Aragão.

A apresentação da peça será precedida de uma oficina de teatro físico, com Miguel Antunes, intitulada «As coisas que os corpos nos contam quando nos pomos a olhar». Os participantes são convidados a explorar os personagens que nascem dos seus corpos e da sua imaginação. Destina-se a maiores de 16 anos, tem a duração de 3h e a participação é gratuita. A lotação é limitada a 16 participantes que se podem inscrever através do envio de e-mail para seducativo@teatrovirginia.com

No decurso das escavações da nova estação de metro do Terreiro do Paço, foi encontrado um jarro de barro totalmente selado, datado de 1579, contendo uma pequena quantidade de nevoeiro que se presume tenha pertencido a D. Sebastião de Portugal. Historiadores  atribuem a esta  descoberta um valor incalculável na compreensão do Português dos dias de hoje. Inspirados nestes factos e depois de anos de profunda investigação, a companhia apresenta Nevoeiro Adentro, um espetáculo que vira as coisas do avesso e de pernas para o ar, sempre numa perspetiva de fora para dentro. Imerso numa manta de retalhos de mitos e lendas, este espetáculo explora e faz o seu caminho através de um pântano de hilariantes incertezas históricas. Um olhar caótico e excêntrico sobre Portugal e os portugueses.



Os bilhetes têm o custo de 7,5€ (com descontos aplicáveis) e podem ser adquiridos na bilheteira do Teatro Virgínia ou na Bilheteira Online. Mais informações em www.teatrovirginia.com

John Mowat nasceu e cresceu em Londres e estudou escultura na Royal Academy School. A sua carreira no teatro teve início em 1980, com o seu primeiro espetáculo a solo. Em 1994 cofundou Oddbodies Theatre Company em Londres. Enquanto ator e encenador, o seu estilo de comédia marcadamente visual circulou por mais de 50 países em todo o mundo.

Formada em 2015 em Lisboa por John Mowat, Sónia Aragão, Ricardo Peres, Miguel Antunes, Jochen Pasternacki e Francisco Pessoa Junior, a companhia Plot Teatro dedica-se à criação de espetáculos originais, tendo como base ideias próprias ou a adaptação de obras clássicas da literatura universal. Bebe das mais diversas influências e técnicas, desenvolve as suas criações coletivamente, através da improvisação, explorando e experimentando de forma a criar objetos teatrais originais com uma forte componente visual, e explorando sempre o lado cómico das temáticas abordadas. Para além da criação de espetáculos, dedica-se também à formação, disponibilizando diversos workshops.

segunda-feira, 14 de março de 2016

Hamlet Talvez, no dia 19 março no Teatro Virgínia

A peça Hamlet Talvez, a partir do texto de William Shakespeare, será apresentada pela companhia João Garcia Miguel no próximo sábado, dia 19 de março, às 21h30, no Teatro Virgínia em Torres Novas.


Depois de Burgher King Lear (2006), premiado internacionalmente, de Romeu & Julieta (2011) que se apresentou em vários países europeus e o mais recente Open Hamlet (2013) projeto de reescrita do texto de William Shakespeare, João Garcia Miguel fez uma adaptação de um clássico do teatro europeu.

Hamlet é um obcecado que dá cabo desta coisa toda. Toma drogas, vê e ouve coisas e tem desejos de vingança inconsoláveis. É um poeta do existir e gosta de música e das artes em geral. Dele depende muitas coisas se bem que ninguém sabe ao certo o quê Tanto quer mudar o mundo como destruí-lo.

«Abordámos Hamlet como um texto religioso testemunho de lugares estrangeiros. Ali procurámos ajuda para os enigmas do viver e auxílio para modificar o que vemos acontecer em nós. Dentro e fora de cada um. Ser atingido por estes testemunhos é possuir uma máquina de espreitar para o nosso interior. É essa talvez a razão por que escolhemos fazer Hamlet, porque acreditamos nas artes como um sistema de resistência contra a destruição da alma que é o que nos preserva enquanto natureza, animal e humano.», afirma João Garcia Miguel

Liberdade e Teatro são os dois eixos que presidem às atividades de criação, formação e difusão da companhia João Miguel Garcia, acreditando que o exercício diário de conquista da liberdade individual é concomitante com o aumento da liberdade dos que nos rodeiam. É esse o binómio que delimita e define a qualidade e ambição da companhia: que os outros possam ser cada vez mais livres.

João Garcia Miguel iniciou a carreira profissional nos anos 80 percorrendo diferentes expressões artísticas. É um dos fundadores dos coletivos artísticos: Canibalismo Cósmico, Galeria Zé dos Bois e OLHO – Associação Teatral, da qual foi diretor artístico entre 1991 e 2002. Em 2003 fundou a Companhia JGM e inicia percurso como artista investigador. Em 2008 é nomeado Director Artístico do Teatro–Cine de Torres Vedras. É artista associado do Actor’s Center de Roma e Milão, Itália. Desde 2002 envolveu-se numa vertente académica ligando-se à docência e à investigação. Desde 2007 desenvolve investigação, na Universidade de Alcalá de Henares, na Universidade de Granada e agora na FBAUL, Faculdades de Belas Artes de Lisboa centrando a sua tese sobre o corpo do artista e as noções de sacrifício e empatia. Recebeu em 2008 o prémio FAD Sebastià Gasch.

David Fonseca abre nova temporada do Teatro Virgínia

A programação do Teatro Virgínia para os meses de abril, maio, junho e julho foi apresentada este sábado. A temporada abre com David Fonseca, logo a 2 de abril, com o seu novo álbum Futuro Eu. Outro destaque vai para a peça Arte, deYasmina Reza, a 7 de maio, com interpretação de Adriano Luz, João Lagarto e Vítor Norte

O teatro tem uma componente muito forte neste quadrimestre. Nevoeiro Adentro, com encenação de John Mowat, estará em cena a 9 de abril, seguindo-se a apresentação dos grupos de teatro do Virgínia, fruto do trabalho desenvolvido ao longo do ano: o Grupo de Teatro Juvenil com Cenofobia a 23 de abril e o Atelier Teatral dos Miúdos a representar Mundo Imaginário no dia 2 de julho.

Para os mais pequenos, dos 3 aos 6 anos, a peça O Cão Que Corre Atrás de Mim (e o Avô Elísio à Janela), de Filipe Caldeira, nos dias 12 e 13 de maio para escolas e no dia 14 para famílias.

Ainda na música, o concerto do Coral Sinfónico de Portugal, a 1 de maio; Nuno Prata, outrora baixista dos Ornatos Violeta no Café Concerto a 14 do mesmo mês e, logo no sábado seguinte, dia 21, o concerto do 59.º aniversário doChoral Phydellius com a Orquestra de Câmara da GNR. A Empire State Youth Orchestra, com a Orquestra Académica do Médio Tejo, fecham a temporada a 5 de julho.

Na dança, os espetáculos Cair, para escolas nos dias 15 e 16 de abril, e Fall, para adultos a 16 de abril, de Victor Hugo Pontes, completam a proposta do Teatro Virgínia para os próximos meses.

Os bilhetes estarão à venda a partir de terça-feira.



sexta-feira, 11 de março de 2016

Teatro Virgínia - "Universos Paralelos"

Universos Paralelos, um peça para o público adolescente, no Teatro Virgínia


Universos paralelos, uma coprodução entre o Teatro Nacional D. Maria II, o Teatro Municipal do Porto/Rivoli e a Materiais Diversos, é a primeira criação da companhia de teatro mala voadora para público adolescente. Estará em palco no Teatro Virgínia, em Torres Novas, no próximo dia 12 de março, sábado, a partir das 21h30. Na véspera haverá uma sessão para escolas, no âmbito do trabalho do serviço educativo do TV.

Universos paralelos é um espetáculo de ficção científica. É o primeiro dia de trabalho de três seguranças numa empresa. Começam, como é seu dever, a visionar tudo o que se passa através de câmaras de vigilância. O chefe de segurança desaparece misteriosamente: primeiro da empresa, depois da memória de todos e, por fim, das próprias imagens captadas pelas câmaras de vigilância. Tudo isto se passa numa empresa que produz mundos semelhantes ao nosso para fazer experiências que permitam que, num futuro próximo, o nosso mundo passe a deixar de precisar de vigilância.

Os bilhetes para este espetáculo têm o custo de 3€ e podem ser adquiridos na bilheteira do Teatro Virgínia. Mais informações em www.teatrovirginia.com

A mala voadora foi fundada em 2003 por Jorge Andrade e José Capela, ambos responsáveis pela direção artística da companhia. Divide a sua atividade entre a criação de espetáculos (quase sempre dirigidos por Jorge Andrade, algumas vezes em cocriação com outros artistas), a programação de um conjunto de atividades centrado na mala voadora.porto (com Vânia Rodrigues) e ainda outras atividades, como a publicação ou a pedagogia. Para além de Portugal, a mala voadora apresentou espetáculos na Alemanha, Bélgica, Bósnia Herzegovina, Brasil, Cabo Verde, Escócia, Estados Unidos da América, Finlândia, França, Grécia, Inglaterra, Líbano e Polónia. A mala voadora continua fascinada com o artifício – a contranaturalidade que define aquilo que é especificamente humano e que pode atingir a condição daquilo a que, artificiosamente, se chama “arte”.

quinta-feira, 22 de janeiro de 2015

Teatro Virgínia: Luísa Sobral dia 24 de Janeiro





No dia 24 de Janeiro (sábado), pelas 21h30 a cantora Luísa Sobral estará no teatro Virgínia para apresentar o seu novo disco.
 Com três discos editados, a compositora, letrista, intérprete e multi-instrumentista é um dos maiores talentos da música portuguesa, tendo conquistado público e crítica, não só em Portugal, como internacionalmente.







Lu-Pu-I-Pi-Sa-Pa é o terceiro álbum de estúdio de Luísa Sobral, e o primeiro a ser interpretado integralmente em português. A artista confessa: “Queria escrever canções para os pais ouvirem com os filhos. Para ser o disco que toca no carro a caminho da escola, enquanto as crianças ainda estão rabugentas e os pais meio ensonados. Para ser o cd das viagens de férias e cantarem todos juntos quando já estão entediados por parecer que a viagem não chega ao fim”.



BILHETE 12,5€ (descontos aplicáveis) 

BILHETE FAMÍLIA 50% desconto (3 ou mais elementos)




quinta-feira, 15 de janeiro de 2015

Teatro Virgínia - I Don´t Belong Here, no dia 17 de Janeiro‏






No dia 17 de Janeiro pelas 21h30, o teatro Virgínia recebe uma peça de teatro que parte das memórias e da experiência de repatriamento para o arquipélago dos Açores e cidadãos portugueses que cresceram nos Estados Unidos da América e Canadá e, portanto, com referências culturais integralmente americanas e canadianas.

O projeto, desenvolvido a partir de um desafio do Observatório dos Luso-Descendentes ao criador Dinarte Branco, reúne atores profissionais e algumas das pessoas que passaram por esta experiência da deportação.








Em conjunto, desenvolveu-se um trabalho de construção do texto e do espetáculo a partir da reconstituição biográfica de alguns deles: as memórias vagas da infância nas ilhas, a partida com a família, a adolescência, a entrada no universo da criminalidade, o julgamento e a dupla pena: a prisão, o repatriamento e, agora, a vida na ilha.

teatro • M 12 anos • 120min • espetáculo em português e inglês sem legendagem

BILHETES - 7,5€


Bilheteira: 249 839 309 bilheteira@teatrovirginia.com
» terça a sexta das 12h00 às 19h00
» sábado das 15h00 às 19h00, em dias de espetáculo encerra 30 minutos após o início do mesmo. » Em dias de espetáculo fora do horário de funcionamento acima referido, abre 1 hora antes do mesmo e encerra 30 minutos após o seu início.

Teatro Virgínia recebe um projecto de Miguel Fragata - The Wall








Este sábado, dia 17 de janeiro, o Teatro Virgínia apresenta “The Wall”.

“The Wall” é um projeto de Miguel Fragata com a co-produção do Teatro Virgínia, que teve início em 2014 e que tem agora uma apresentação ao público marcada para o sábado, 17 de janeiro, pelas 15h no Café Concerto. O projeto tem por finalidade a criação de um espectáculo, a estrear no próximo mês de maio, que constrói-se a partir das diferenças entre adultos e crianças.








Depois de termos lançado o desafio à comunidade local para a participação nas oficinas de construção deste espetáculo, eis que chega o momento de apresentar ao público o trabalho desenvolvido. Em novembro de 2014 realizaram-se três oficinas destinadas ao público escolar, a público adulto especializado (professores, educadores, …) e às famílias, onde nos propúnhamos em conjunto fazer uma reflexão alargada acerca das inúmeras questões que diferenciam os adultos das crianças. Esta foi a base de construção de “The Wall”, que contou desde logo com a resposta positiva da comunidade local ao desafio proposto.

Neste novo encontro o público é convidado a espreitar por detrás da parede que o separa dos artistas.

O espectáculo porá em cena simultaneamente dois espectáculos: um para uma plateia de adultos e outro para uma plateia de crianças, estando estas separadas por um muro.

A leitura encenada do texto contará com a participação de 5 actores e será ainda apresentado um pequeno documentário sobre o trabalho realizado com as crianças e os adultos que nos forneceram o material para a escrita do texto.

terça-feira, 13 de janeiro de 2015

Teatro Virgínia - Programação para escolas do ensino secundário






O Serviço Educativo/Lab Criativo do Teatro Virgínia destinou ao público do Ensino Secundário na presente temporada, janeiro-março 2015, as seguintes propostas de espetáculos:












- A peça “MIMA-FATÁXA” de João Sousa Cardoso, a partir da obra de Almada Negreiros, com         apresentação marcada para o dia 30 de janeiro, sexta-feira, pelas 15h.

O espetáculo parte de três textos de Almada Negreiros – Os Ingleses fumam Cachimbo (1919), MIMA-FATÁXA (1916) e A Cena do Ódio (1915) – interpretados pela cantora Ana Deus e pelo ator Ricardo Bueno, acompanhados por vinte e cinco participantes locais.

(O bilhete tem um custo de 2€/aluno)
        



- O filme “Os Maias” de João Botelho, baseado na obra homónima de Eça de Queiroz, a ser projetado no dia 5 de fevereiro, quinta-feira, pelas 14h30.

(O bilhete tem um custo de 3€/aluno)



Os espetáculos propostos são, nos horários apresentados, destinados exclusivamente ao público escolar do ensino secundário.


Os alunos são assim desafiados a assistir a diferentes trabalhos, em áreas também elas distintas (teatro e cinema), que partem na sua concepção de autores portugueses com obras literárias de vulto e que fazem parte do seu plano curricular. 

O Teatro Virgínia, através do seu Serviço Educativo/Lab Criativo, fortalece desta forma e uma vez mais a relação que vem sendo estabelecida com a comunidade escolar local, proporcionando aos professores que acompanharão as suas turmas uma importante ferramenta de trabalho para os conteúdos a leccionar. A formação de novos públicos faz-se também desta oferta complementar à formação académica.









sexta-feira, 19 de dezembro de 2014

Jazz encerra temporada do Teatro Virgínia





A programação do Teatro Virgínia em 2014 chega ao fim este sábado, dia 20, com o jazz. A Orquestra Jazz de Matosinhos (OJM) convidou Carlos Bica & AZUL feat. Frank Möbus e Jim Black para três espectáculos em Dezembre Casa da Música (Porto), Teatro Viriato (Viseu) e Teatro Virgínia, em Torres Novas.

Na primeira vez que se cruza em palco com o trio AZUL, do contrabaixista português Carlos Bica, a OJM vai apresentar novos arranjos para músicas retiradas do vasto reportório do colectivo que conta já com cinco álbuns editados. Quase 20 anos volvidos sobre a edição de “Azul”, o primeiro trabalho do trio que ainda hoje é considerado pela crítica como um dos melhores discos nacionais de jazz de sempre, Carlos Bica, Frank Möbus (guitarra) e Jim Black (baterista) continuam a surpreender e ao vivo dão provas da sua genialidade.


Os bilhetes para este espectáculo custam 12,50€.

quarta-feira, 8 de outubro de 2014

Teatro Virgínia: “Procuram-se participantes” para Cyrano de Bergerac






Com passagem por Torres Novas a 08 de Novembro, a digressão de “Cyrano de Bergerac” inclui ainda para todos aqueles que gostam de teatro e da arte de representar, a oportunidade de contracenar em palco com os actores.


Esta peça vai contar com a participação de uma figuração especial constituída por pessoas da comunidade que, sendo ou não actores, com mais, menos ou nenhuma experiência em palco, tenham em comum o amor ao teatro e a vontade de participar neste espetáculo.

Para tal, a companhia Primeiros Sintomas realiza um workshop com um grupo de trinta elementos (aproximadamente) masculinos e femininos, entre os 18 e os 60 anos, dirigido por Bruno Bravo (encenador do espetáculo) e Sérgio Delgado (músico).

O trabalho a desenvolver com os participantes tem como objetivo claro a integração dos participantes no espetáculo e, por conseguinte – o que poderá constituir uma experiência mais ampla - no universo de Cyrano de Bergerac e nos aspetos relacionados com possibilidades de interpretação (sobretudo coletiva) de voz e movimento.

O Workshop realizar-se-á em horário pós-laboral, num total de 33 horas, durante seis dias, mais três ensaios gerais com os atores que integram o elenco do espectáculo, e culminará com a apresentação pública do espetáculo.
A inscrição de interessados deverá ser efetuada na bilheteira do Teatro Virgínia ou online através do link:  https://docs.google.com/spreadsheet/viewform?formkey=dF9CQkJaVmxKMU02UGYzU3lGaklNWVE6MA

// Oficinas de trabalho com a comunidade:
Dias 30 e 31 de Outubro e 3 a 7 de Novembro – das 21h00 às 00h00
Dias 1 e 2 de Novembro – das 10h00 às 17h00

// Apresentação do espetáculo Cryano de Bergerac - Primeiros sintomas:
Dia 8 de Novembro, às 21h30.

// Destinatários
Maiores de 18 anos, com ou sem experiência artística, que gostem de teatro

// Local
Teatro Virgínia

// Inscrições
Até dia 23 de Outubro
Inscrições limitadas a 30 pessoas
Participação Gratuita
Mais informações:
Teatro Virgínia / LabCriativo
Telf. 249 839 305 / 309
www.teatrovirginia.com

terça-feira, 9 de setembro de 2014

Espetáculos: Virgínia apresenta nova programação







A CMTN acaba de dar a conhecer a nova programação do Teatro Virgínia para os próximos 3 meses, a primeira após a anunciada dissolução da empresa municipal Turriespaços, mas tendo ainda Tiago Guedes como Diretor Artístico. O arranque da nova programação é dado pelo Festival Materiais Diversos, com 4 espetáculos de dança provenientes de Marrocos, França, Equador e Portugal.

O teatro volta a marcar presença no Virgínia, tal como a música, neste caso com os Dead Combo e ainda Ana Bacalhau como cabeças de cartaz.

Há ainda cinema, espetáculos para crianças, workshops e residências artísticas, entre outras iniciativas.

quarta-feira, 9 de julho de 2014

Artes: Tiago Guedes a caminho do Rivoli

Tiago Guedes deverá abandonar o cargo de Diretor Artístico, que desempenha no teatro Virgínia em Torres Novas. O coreógrafo, recorde-se, ganhou o concurso público para director do Teatro Municipal Rivoli, no Porto, cujo resultado do concurso lançado em Março, foi conhecido na terça-feira passada.

Até ao momento, e segundo apurou a Torres Novas FM, Tiago Guedes ainda não terá apresentado a sua demissão do cargo que desempenha no Virgínia. Pelo menos, é essa a informação vinculada pelo próprio Presidente da autarquia, Pedro Ferreira. Caso avance para o Porto, a sua substituição poderá sair de uma solução interna. 

Logo na primeira fase do referido concurso, Guedes ter-se-á destacado, tendo obtido o dobro da classificação do segundo classificado, o director do São Luiz, José Luís Ferreira. Na segunda fase, diz o Público, dos quatro itens de avaliação, Guedes só não obteve pontuação máxima num. O trabalho realizado no Teatro Virgínia, para onde foi trabalhar há pouco mais de um ano, foi valorizado na avaliação do currículo, assim como propostas de trabalho em diversos vectores.

quinta-feira, 26 de junho de 2014

Cultura: Teatro Virgínia recebe Escolas de Dança

Nos dias 28 e 29 de junho o Teatro Virgínia recebe os espetáculos de dança “Só, tão cheio…” e “mãe”. Sendo a dança um dos eixos principais da atual programação do Virgínia, decidiu agrupar-se os espetáculos de dança de final de ano de várias escolas de dança de Torres Novas, mostrando assim o resultado de um ano de trabalho dedicado à dança.

Este sábado, dia 28 de junho, poderá assistir pelas 21h30 ao espetáculo “Só, tão cheio…” interpretado pelas alunas da Escola de Dança Maria, criado por Maria Azevedo Carvalho. 

No domingo, dia 29 de junho, às 17h00, é a vez do espetáculo “mãe” com direção de Rita Assis, que contará com a presença dos alunos da Escola de Dança Rita Assis, da Escola de Dança da Academia de Música Banda de Ourém e do grupo dos cinco anos da área de formação em Dança Educativa do Jardim de Infância do Centro de Bem Estar Social da Zona Alta.

terça-feira, 6 de maio de 2014

Teatro: Virgínia recebe a peça “As ondas”


No próximo dia 10 de maio, o Teatro Virgínia, em Torres Novas, recebe “As Ondas”, uma peça de teatro de Sara Carinhas, a partir da obra de Virginia Woolf.

Esta criação de Sara Carinhas surge a partir da obra de Virginia Woolf escrita em 1931, “The Waves”, e poderá ser vista no Virgínia a partir das 21.30 horas.
No final do espetáculo haverá uma conversa com Sara Carinhas.

terça-feira, 25 de março de 2014

Teatro: Mostra de Teatro no concelho de Torres Novas

O concelho de Torres Novas vai receber, entre 27 e 29 de março, uma mostra de teatro, iniciativa englobada na programação do Teatro Virgínia e que resulta de uma parceria entre o Teatro Virgínia, Teatro Meia Via e Teatro de Riachos. Durante 3 dias, haverá a atuação de três grupos de teatro com três espetáculos em 3 locais diferentes do concelho, tratando-se também de três estreias.

Intitulada “Bons Vizinhos”, esta mostra de teatro consiste num projeto criado para assinalar o Dia Mundial de Teatro que se comemora a 27 de março e nesta 1ª edição conta com grupos de teatro do concelho: Torres Novas, Meia Via e Riachos. O festival vai ter lugar no Teatro Virgínia, Teatro Maria Noémia e Casa do Povo de Riachos, sendo que cada um dos grupos de teatro destes locais vai apresentar uma peça diferente. 

Na quinta-feira dia 27 de março, o grupo de Teatro Meia Via, apresenta “Assembleia de Mulheres”, peça de Aristófanes, no Teatro Maria Noémia, às 21h30. O 2º dia, 28 de março, é marcado pela apresentação de “Antígonas” de Jean Anouilh pelo grupo de Teatro de Riachos, às 21h30, na Casa do Povo de Riachos. No sábado dia 29 de março é a vez do grupo do Teatro Virgínia apresentar a peça “O Físico” de Jerónimo Ribeiro, às 21h30. No final de ambos os espectáculos há conversa com os atores e restantes responsáveis. Para assistir à primeira edição da mostra de teatro “Bons Vizinhos” deve adquirir o seu bilhete no Teatro Virgínia antecipadamente pois existe lotação limitada.