terça-feira, 7 de outubro de 2014

Aviso: Precipitação, trovoada e vento forte



PRECIPITAÇÃO, TROVOADA E VENTO FORTE

O Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA) prevê para os próximos dias um agravamento das condições de instabilidade em todo o território continental, com a ocorrência de:
  • Períodos de chuva ou aguaceiros, por vezes fortes;
  • Condições para a ocorrência de trovoada nas regiões do norte e do centro, em especial no litoral, onde podem ser mais persistentes a partir do final do dia de hoje terça-feira até ao final do dia de quinta-feira; estas condições podem estender-se também às regiões do sul na quinta-feira.
  • Vento forte do quadrante sul, com rajadas que podem chegar aos 80 km/h nas terras altas (a partir dos 600 metros de altitude).
  • Agitação marítima na costa ocidental, em especial a norte do cabo da Roca, podendo as ondas de noroeste atingir 4 metros.
A ANPC recomenda que acompanhe as previsões meteorológicas em www.ipma.pt.


EFEITOS EXPECTÁVEIS

Face à situação descrita, poderão ocorrer os seguintes efeitos:
  • Dificuldades de escoamento dos sistemas de drenagem urbanos, nomeadamente durante os períodos de preia-mar, podendo resultar inundações em locais historicamente mais vulneráveis;
  • Piso rodoviário escorregadio e eventual formação de lençóis de água;
  • Possibilidade de cheias rápidas em meio urbano e de acumulação de águas pluviais por insuficiências dos sistemas de drenagem;
  • Possibilidade de inundação por transbordo de linhas de água nas zonas historicamente mais vulneráveis;
  • Inundações de estruturas urbanas subterrâneas com sistemas de drenagem deficientes;
  • Danos em estruturas montadas ou suspensas;
  • Possibilidade de queda de ramos ou mesmo de árvores em virtude do vento forte; 
  • Possíveis acidentes na orla costeira.

MEDIDAS PREVENTIVAS

A ANPC recorda que o impacto destes efeitos pode ser minimizado através da adoção de comportamentos adequados, pelo que se recomenda, em particular nas zonas historicamente mais vulneráveis, a observação e divulgação das principais medidas de autoproteção para fazer face a estas situações, nomeadamente:

  • Garantir a desobstrução dos sistemas de escoamento das águas pluviais e remoção de inertes e outros objetos que possam ser arrastados ou servir de obstáculos ao livre escoamento das águas;
  • Adotar uma condução defensiva, reduzindo a velocidade da marcha e tendo especial cuidado com a eventualidade de formação de lençóis de água nas vias rodoviárias;
  • Não atravessar zonas inundadas, precavendo o arrastamento de pessoas ou de viaturas para buracos no pavimento ou caixas de esgoto abertas;
  • Ter especial cuidado na circulação junto à orla costeira e zonas ribeirinhas historicamente mais vulneráveis a inundações rápidas;
  • Garantir a adequada fixação de estruturas soltas, nomeadamente andaimes, placards e outras estruturas suspensas;
  • Ter especial cuidado na circulação e permanência junto de áreas arborizadas, evitando a possibilidade de ser apanhado pela queda de ramos ou de árvores por ação de vento mais forte
  • Estar atento às informações da meteorologia e às indicações e conselhos difundidos pela da Proteção Civil e Forças de Segurança.

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